quarta-feira, 25 de agosto de 2010

To be continued.

Pensei que eu seria, brevemente, um livro fechado. Composto por alguns poucos capítulos de palavras amargas... Só uma história triste, com final.

Às vezes eu me engano, é isso.
Eu não ouso arrancar uma página sequer. Mas eu faria algumas pequenas rasuras, alguns poucos rabiscos e algumas observações.

Algumas vezes, tive vontade de fechar esse livro e atira-lo janela a fora. Mas não o fiz como se percebe. Apenas fechei-o com um marcador naquela página que eu esperava continuar. Ou não.
Pensei que seria difícil alguém se dar ao trabalho de ler toda aquela insanidade de palavras e histórias e ainda ter paciência para continuá-la. Pois é.

Eu gosto de me enganar, sem expectativas nenhuma, e depois ter o prazer de me surpreender.

Hoje sou um livro aberto, em constante mutação. Algumas vezes com liberdade para ser rasurado. Outras não.

Sou uma história, uma personagem principal com o seu príncipe encantado. Homem ideal, seja lá a maneira como vamos chamá-lo, é ele. Peça principal para que se continue uma história com real significado.

Hoje sou simplesmente uma história composta, também, por cores, imagens e momentos felizes. Não apenas palavras... cruas, sem direção, sem sentido, irreais e sofridas. Isso já passou.

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