sexta-feira, 8 de julho de 2011

E foge da minha mão fazer com que tudo o que eu diga faça algum sentido...

Eu sou a pessoa mais narcisista e egocêntrica que conheço. Sou emotiva e sensível ao extremo e acho isso maravilhoso mesmo sabendo que minha vida seria deveras mais fácil se eu fosse um pouco racional. É que eu acho tão intenso se descabelar por qualquer coisa e chorar ou rir desesperadamente. Eu gosto dessa intensidade toda. Porque ao mesmo tempo em que eu me jogo, eu morro de medo. E eu quero tanto, mas tanto. E quero tudo. Quero abraçar o mundo, me abraçar, abraçar as pessoas que sofrem... Abraçar quem é feliz demais. Eu não preciso cometer loucuras com minha sanidade, não preciso de montanhas-russas altíssimas nem quedas livres para sentir adrenalina. Não preciso de medicamentos para que me aja a dopamina. Não preciso tirar os pés do chão para estar voando. Minha cabeça já é suficientemente desafiadora e aventureira. Bem mais além do que meus próprios medos e receios me permitem. Contraditório.

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