terça-feira, 25 de outubro de 2011

12 de Agosto de 2011.

Abri os olhos, olhei pro teto... Uma luz cálida entrava por uma pequena fresta da cortina aberta. Era domingo. O que se espera de um domingo? Eu, sinceramente, não espero mais nada. Domingos são chatos demais, calmos demais. Paz demais. Família demais. Sorrisos demais. Amores demais. Almoços em família demais. Crianças gritando demais. Você de menos... bem menos. Bem menos na minha vida, bem menos nos meus cafés da manhã, bem menos nos meus sábados a noite... Consequentemente bem menos nos meus amanheceres cansados do final de semana. Fiquei pensando em levantar, abrir a geladeira ou até mesmo as janelas. Fiquei imaginando as 9 horas da manhã mais preguiçosa da semana... Eu sempre sem abrir os olhos por inteiro te olho, dou um sorrisinho sem vontade e quero dormir mais um pouquinho, sempre mais um pouquinho, até o meio-dia. A questão é: Não tinha ninguém ao meu lado dessa vez. É assim que vem acontecendo, já faz meses. Meses e eu continuo deitada nessa cama como se não esperasse mais nada do mundo. E não espero mesmo.  Como é que a gente aprende a levantar da cama e dar os primeiros passos outra e mais uma vez?

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